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Sophie Weston. Autora de romances para a Harlequin

Sophie Weston

Biografia

Sophie Weston nasceu em Londres, cidade a que regressa sempre depois de cada viagem. Escreveu o primeiro livro, com ilustrações, com quatro anos de idade, mas tinha mais de vinte quando escreveu o primeiro romance. Escolher uma carreira era um problema para ela. Não porque não soubesse o que queria fazer, mas porque queria fazer tudo. Por isso arquivou, fotocopiou e experimentou. Trabalhou como Consultora do England Bank e durante todo esse tempo utilizou as suas experiências profissionais para criar as histórias publicadas pela Harlequin Mills & Boon. Trabalhava como editora de comunicação de imprensa para uma embaixada latino-americana em Londres, em The latin affair, dava conferências no golfo pérsico, em The Sheikh’s bride, foi empregada em Paris, em Midnight wedding, e transformou-se numa pessoa odiosa que fazia perguntas incómodas sob o grandioso título de assessora cultural, em The millionaire’s daughter. Tem uma casa, três gatos e um milhão de livros. Escreve de forma compulsiva, dança mal, tem mais plantas do que sítio para elas e faz um merengue que é de chupar os dedos.

Entrevista

Tal como os fãs, também nós admiramos as nossas autoras e queremos saber mais sobre elas. Por isso, agradecemos esta oportunidade em que puderam partilhar um pouco das suas vidas connosco. De seguida, apresentamos-lhe uma panorâmica dos gostos e interesses desta autora. Sobre Leitura e Escritura... O que mais lhe agrada no seu trabalho de escritora? A solidão. E o que menos lhe agrada no trabalho de escritora? A solidão. Dos livros que já escreveu, qual é o seu favorito? O que estou a escrever nesse momento. Se não, não o escreveria. Mas gosto particularmente The Sheikh’s bride. Acho bem que Amer se veja obrigado a aceitar uma mulher tão decidida e que os dois consigam o que nunca esperaram conseguir. Diga-me um título da Harlequin, Silhouette, ou MIRA escrito por outra autora de que goste especialmente? Bartaldi’s bride, de Sara Craven. Quais são os seus cinco livros favoritos? Persuasão, de Jane Austen. The left hand of darkness, de Ursula K. Le Guin. An imaginary life, de David Malouf. Johnny and the dead, de Terry Pratchett. The morning gift, de Eva Ibbotson. Que conselho daria a alguém que queira começar uma carreira de escritor? Se tiver escolha, não o faça. Se não tiver escolha, ouça a sua voz interior. Enquanto não a encontrar, estará a afogar-se. Sobre o romantismo... Descreva o jantar romântico ideal. Espargos e vinho branco da Borgonha. Qual é o seu filme romântico favorito? É uma pergunta difícil, mas estes são os meus favoritos: O senhor da guerra. Uma boa história romântica! Pretty woman ou Um sonho de mulher. Grande guião! Viagem sentimental, um prazer! Qual é a sua canção de amor preferida? «Uma aura amorosa», de Cosi fan Tutte. Se um homem for capaz de me cantar essa ária, ganhará o meu coração. Qual foi o presente ou gesto mais romântico que recebeu? Que ele me ouvisse. Como mantêm a chama do amor acesa na vossa relação? Ouvindo. Que conselho daria às leitoras para tornarem as suas vidas mais românticas? Que tentem ouvir. Qual foi o lugar mais romântico que visitou? O Mississippi. Tudo sobre mim... Além de escrever, que outro talento gostaria de ter? Gostaria de ter tacto. Há alguém a quem admire especialmente? Ludmilla Tourischeva. Era uma ginasta russa que perdeu para a juventude da Olga Korbut nos Jogos Olímpicos de Munique. Não quero negar o talento de Korbut, que era incrível, mas o jornalista da BBC disse então de Tourischeva: «É modesta na vitória e generosa na derrota». A mim isso parece-me o melhor que se pode dizer de alguém. Tem algum talismã ou alguma superstição? Não. Atreve-se a confessar algum dos seus vícios favoritos? Os morangos. Que qualidade mais admira num homem? A integridade. Há alguma coisa que sempre tenha desejado fazer? E já se atreveu a tentar? Cantar em público. Se não fosse escritora, o que seria? Uma mentirosa compulsiva. Há alguma citação ou provérbio que tenha marcado a sua vida? De quem é? «O homem é um animal que resolve problemas». É meu, mas tenho a certeza de que alguém pensou nisso antes de mim. Como escritora de romances, qual é o seu objectivo? Dar ao leitor uma descarga emocional. Quais são os seus grandes desafios? Descobrir porque é que os romances são tão mal vistos. Afinal de contas, Shakespeare também escrevia histórias românticas.

 

Lista de romances de Sophie Weston da Harlequin